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Em sua primeira exposição individual na Galeria Luisa Strina, Matías Duville traz uma série de desenhos em papel de grande porte, com até 3,5m de largura, espalhados pelos primeiro e terceiro andares da galeria.

 

Um dos mais promissores artistas da nova geração argentina (Buenos Aires, 1974), Duville continua fiel às temáticas que permeiam seus trabalhos anteriores, qual seja narrar a história de ilusões perdidas. Desenhista figurativo, nem realista nem surreal, Duville cria cenas apocalípticas influenciadas por episódios de contos de fadas, motivos de arte chinesa e japonesa, sempre com ausência absoluta de figuras humanas. Os desenhos fazem referência a um mundo privado de fantasia, onde misturam-se sonhos e lembranças, e o conhecido e o surpreendente.

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